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| Foto: Divulgação Pública enviada por Ya Andeia D' Yemonjá |
A roda de conversa contou com nomes de peso: Iya Andreia D' Yemonjá, liderança espiritual e presidente do Instituto e da mesa; a ilustre presença das advogadas Marcella Rocha de Moraes, Jessica Rodriguez e Fábio Nascimento; da enfermeira Ana Paula Rocha; da assistente social Iaralene da Silva Galisi; da empresária Valéria Estevam; da jornalista Zenaide dos Santos Sarria Aguilar, que também atua como assessora de imprensa institucional do Instituto Ecoar; além da presença marcante da Cabo PM Débora Maria Gonçalves e de Rosângela Hilário. O encontro ainda recebeu o apoiador André Alexandre, Presidente da ACDA, ex-presidente estadual da Unegro de Osasco, reforçando a dimensão política e social da pauta, Dr. Paulo Matias Santos, Advogado, previdenciário, Prof.ª Dra. Rosângela Hilário, Membra do Comitê Executivo da RBMC, Coordenadora da CCD/ CDESS.
Entre reflexões sobre força feminina, sabedoria ancestral e os desafios contemporâneos das mulheres negras, o evento se transformou em espaço de partilha e construção coletiva. A programação incluiu almoço comunitário, samba de terreiro, brinquedos infláveis para as crianças e apresentações de capoeira, símbolos da união entre gerações e da valorização da cultura afro-brasileira.
Mais do que celebrar o mês de julho, o Julho das Pretas o Ecoar reafirmou que a luta e a presença das mulheres negras não se encerram com o calendário. Elas seguem inspirando políticas públicas, fortalecendo redes de apoio e ampliando o debate sobre igualdade racial e de gênero. Como destacou a jornalista Zenaide dos Santos S. Aguilar, “cada palavra dita naquele encontro é um chamado para que a sociedade reconheça e valorize a potência das mulheres pretas e homens em todos os espaços”.
Julho das Pretas é iniciativa criada em 2013 pelo Odara, Instituto da Mulher Negra em homenagem ao 25 de julho, Dia Internacional das Mulheres Negras, Afros, Latino-americanas e Caribenhas, como também para dar visibilidade à agenda política das mulheres negras. O Instituto Ecoar Ile Axé Ogun Boalé, organizou uma série de eventos pertinentes ao tema. “Meio Ambiente, onde tudo se conecta”.
- Celebração ancestral: "O Julho das Pretas mostrou que nossa ancestralidade é força viva.
- Força feminina: "Cada mulher presente ecoou resistência e sabedoria.
- Cultura afro-brasileira: "Capoeira, samba de terreiro e roda de conversa.
- Políticas públicas: "O evento reforçou que a luta segue além do calendário.
- Legado vivo: "Cada palavra dita foi semente de transformação.
O Instituto Ecoar, organizador da iniciativa, reforça que este é apenas o início de uma jornada contínua de mobilização e transformação. O legado do evento permanece vivo, ecoando em cada voz que se levantou e em cada gesto de parceria e resistência que se multiplicará nos próximos meses.
Marketing Digital: Maíra Joana Santos
Áudio/Vídeo/Imagem
Daniele Cardoso Santos e
Paulo Henrique Macedo Gomes
JulhoDasPretas #FranciscoMoratoResiste #InstitutoEcoar #MulheresNegrasTransformam
#AncestralidadeViva
Por Zenaide dos Santos S. Aguilar
Jornalista

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