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| Créditos Fotos: Gabryelle Pereira Comunicação Museu Das Culturas Indígenas |
A proposta da oficina foi apresentar e estimular a criação de peças ornamentais a partir de elementos orgânicos da natureza, sementes, cascas, galhos, folhas, fibras, madeira de reúso, conchas e búzios, valorizando tanto a biodiversidade quanto saberes ancestrais. Diferente das ecojoias, que priorizam o reúso de materiais recicláveis, as biojoias focam na vida e nas interações com o ambiente natural; juntas, as duas vertentes promovem consciência ecológica e valorização do meio ambiente.
“A oficina não é apenas uma oportunidade para criar adornos únicos; é um espaço de aprendizagem sobre a identificação de espécies da flora, respeito à natureza e regulação emocional por meio da arteterapia”, explica Zenaide. “Cada peça produzida pode inspirar o cuidado com as plantas e ecossistemas e o bem-estar emocional humano, e também gerar novas ideias de empreendedorismo sustentável.”
Ao longo da atividade, os participantes aprenderam sobre os materiais e técnicas de acabamento, cordões, fechos e demais acessórios, eles foram convidados a refletir sobre a relação entre arte, memória cultural e preservação ambiental. A experiência conectou criatividade com pesquisa científica: além do fazer manual, houve orientações sobre a origem dos materiais, sua identificação e usos responsáveis.
Origem e diferença entre ecojoias e biojoias
Os termos ecojoias e biojoias trazem origens complementares. Ecojoias derivam do grego οἶκος (oikos), “lar” ou “ambiente”, e enfatizam práticas de reúso e ressignificação numa junção de resíduos orgânicos, com metais, tecidos e plásticos em peças com valor estético e ambiental. Biojoias, por sua vez, vêm do grego βίος (bios), “vida”, e celebram a vitalidade da biodiversidade ao utilizar elementos naturais e orgânicos. Ambas as abordagens convergem na intenção de transformar o ato de adornar-se em um gesto consciente de cuidado com a Terra.
Impacto social e cultural
Além da dimensão ambiental, a oficina destacou aspectos de inclusão e fortalecimento cultural. Realizada em um espaço dedicado às culturas indígenas, a atividade possibilitou o diálogo entre saberes tradicionais e práticas contemporâneas de sustentabilidade. Participantes relataram que a experiência ampliou sua visão sobre como integrar sustentabilidade ao cotidiano artístico e abrir caminhos para iniciativas econômicas baseadas em criação autoral e respeito ao meio ambiente. o Instituto Limpa Brasil disponibilizou a certificação desta importante aula ação.
A CEO da Plataforma Emponderadas Diversas de Miami, a jornalista Viviana Rivera, acompanhou a evolução da aula.
Próximas edições e engajamento
O sucesso da oficina no Museu das Culturas Indígenas sinalizou a demanda por novas turmas e formatos, com potencial para parcerias entre instituições culturais, universidades e projetos de economia criativa. Zenaide sugere que interessados acompanhem suas redes sociais, para informações sobre futuras oficinas.
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| Crédito Fotos: Maíra J. Santos Social Mídia |
A ação convidou o público a celebrar a arteterapia e todas suas vertentes a partir da natureza: educação, ciência a compartilhar suas experiências, marcar os amigos interessados para experimentar materiais naturais e criar biojoias que contem histórias de biodiversidade e ancestralidade.
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| Crédito Fotos: Maíra J. Santos Social Mídia |


