Eliz Godoy Escritora, Poetisa, Advogada e Celebrante na Bienal Internacional di Livro de 2026

Foto: Divulgação Pública enviada por Eliz Godoy. Espaço Mágico de Oz
Eliz esteve na Bienal Internacional do Livro, no Espaço Mágico de Oz, no Espaço Literarte, no Espaço Ga EB.

Há mais de quatro décadas transformando memórias em palavras e celebrando momentos únicos. Autora de "Memórias de Salê" e membro de quatro Academias de Letras.

Seis livros infantis, três de memórias, um conto e coautora em 60 coletâneas. 

Aqui está uma versão revisada e reescrita da biografia da Eliz Godoy, mantendo todos os fatos e a essência emocional, mas com uma narrativa mais fluida e literária:

Eliz Godoy: Uma Trajetória de Fé e Superação

Desde os 12 anos, Eliz já conciliava os estudos com o trabalho na metalúrgica do pai. Aos 17, concluiu o curso técnico em Publicidade e Propaganda e ingressou na Faculdade de Comunicação da UMC, formando-se em Relações Públicas. Seu projeto experimental foi reconhecido pela ABRP como o melhor da área governamental em 1983.

Apesar do amor pela profissão, as dificuldades financeiras do setor a levaram a buscar novos caminhos no Direito. Cursou a faculdade na UBC enquanto administrava uma fábrica de brinquedos em Salesópolis, uma rotina que começava às 6h e seguia direto para as aulas. Um acidente sério, que lhe feriu o rosto e fraturou a perna, não foi suficiente para interromper sua jornada: formou-se em 1988.

Com o nascimento dos filhos Milton Megaròn e Pedro Raoni, Eliz afastou-se da carreira por dois anos. Ainda bebê, com apenas 25 dias de vida, seu primeiro filho esteve ao seu lado na Colação de Grau; aos 5 meses, acompanhou-a também no Exame da Ordem. Já separada em 1992, montou seu primeiro escritório com móveis usados, sustentando os filhos sozinha e enfrentando as dificuldades com determinação.

Em 1995, conheceu Aristides Jacob Alvares, o amor de sua vida, com quem teve a filha Eliaris Raíra em 1996. Juntos, formaram uma família com cinco filhos sob seus cuidados, até que ele faleceu em 2006, deixando Eliz à frente da criação de três filhos, dois enteados e um neto.

A vida a testou novamente em 2013, quando enfrentou depressão e síndrome do pânico, reflexo de anos equilibrando lar, trabalho e educação dos filhos sozinha. Em 2014, um novo acidente fraturou seu pescoço e o braço esquerdo, resultando em quase um mês de internação na UTI e um ano imobilizada em um colete ortopédico. Ao reaprender a andar e a se alimentar, descobriu que seus maiores desejos, naquele momento, eram simples: dormir de lado e tomar banho sem ajuda.

Em 2022, a fibromialgia trouxe novas dores à sua trajetória, mas o tratamento adequado permitiu que retomasse uma vida plena e feliz. Aos 63 anos, Eliz jamais perdeu a fé que carrega desde a infância. Hoje, realizada como mãe, mulher de fé e escritora, finalmente dá vida às obras que guardou por anos em seus arquivos.

Foto: Divulgação Pública enviada por Eliz Godoy. Espaço Literarte

Foto: Divulgação Pública enviada por Eliz Godoy. Espaço GA EB
Feliz, independente, viajante — essa é Eliz Godoy este é seu jargão!

Por Zenaide dos Santos S. Aguilar Jornalista

A ALI na Bienal Internacional do Livro de São Paulo 2026


Foto: Publicação Pública enviada por Nilza Amélia
No último dia 08 de setembro, a Academia de Letras de Itaquaquecetuba (ALI) viveu um momento histórico: marcou presença na Bienal Internacional do Livro, um dos maiores e mais importantes eventos literários do país.

A participação aconteceu no estande do GAEB, (Grupo Associado de Escritores Brasileiros), localizado na Rua J, Travessa 11, Travessas Literária, espaço que reuniu escritores de diversas regiões do Brasil em torno de um mesmo propósito: celebrar e difundir a literatura nacional.

Um dia de conexões e celebração literária

O estande recebeu visitantes ao longo de todo o dia, e a energia foi contagiante. Livros de nossos autores foram expostos e comercializados, e o público pôde ainda participar de uma sessão de autógrafos, momento sempre especial de aproximação entre escritores e leitores.

Mais do que vendas e exposição, o dia foi marcado por trocas genuínas: encontros, conversas, novas parcerias e o fortalecimento de laços entre autores que compartilham a mesma paixão pela palavra escrita.

Nilza Amélia brilha e leva o nome de Itaquá ao Brasil

O destaque da jornada ficou por conta de nossa querida madrinha, Nilza Amélia, que foi entrevistada pela imprensa oficial da Bienal para falar sobre literatura infantil. Com sensibilidade e propriedade, ela representou com brilhantismo não apenas a ALI, mas toda a cidade de Itaquaquecetuba, levando nosso nome para os quatro cantos do país. 

Sua presença reforça a importância de valorizar vozes que dedicam suas carreiras a formar pequenos leitores e a manter viva a magia da literatura infantil.

A força literária de Itaquaquecetuba em evidência

Ver nossos escritores lado a lado com seus livros, em um dos palcos mais relevantes da literatura brasileira, é motivo de orgulho para toda a nossa comunidade. Cada obra exposta carrega histórias de dedicação, persistência e amor pelas letras, e mostrar isso na Bienal é uma forma de provar que a literatura produzida em Itaquaquecetuba tem, sim, espaço e relevância no cenário nacional.

Que este seja apenas o primeiro de muitos passos rumo a novos palcos, novas conquistas e novas histórias contadas pelos talentos da nossa cidade.

Autores Acadêmicos Presentes:

Aline Marques Dias 

Icelida Alves Pereira 

Inez de Souza Martins 

Lidiane M. Weiler Souza 

Lourdes Antonia Vicente 

Maria de Lourdes T. Nishimura 

Nilza Amelia de Sousa

Rubens Junior da Silva 

Sandra Regina dos Santos

Rubens Júnior da Silva

Elizeth Marcia de Godoy Álvares 

Alessandra Marques Dias


#ALInaBienal

 #BienalDoLivro 

#AcademiaDeLetrasDeItaquaquecetuba 

#GAEB

 #LiteraturaInfantil

 #Itaquaquecetuba

 #EscritoresDeItaqua

Por Zenaide dos Santos S. Aguilar

Brasil Punto Y Coma Cruza Fronteras: Colombia no mundo

Foto: Divulgación Pública enviada por Andree V Carvajal
Reconocimiento: Nos llena de orgullo compartir nuestra presencia en la 28.ª Bienal Internacional del Libro de São Paulo, Brasil. 📖✨, por Andrea Villa Carvajal escritora y administradora del site Punto y Valentina Tobón.

Gracias a Zenaide dos Santos S. Aguilar por ser parte de este importante encuentro y por llevar consigo la voz de nuestros escritores y la literatura latinoamericana. Gracias Cilene Lima por el espacio.  Una mujer que hoy se convierte en puente entre Brasil, Colombia y la literatura latinoamericana. 

Nuestros autores y sus historias siguen llegando a nuevos escenarios, demostrando que la literatura colombiana tiene mucho que contarle al mundo. ✍️🌎📚

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📖✨ Historias que tocan vidas ✨

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 #LiteraturaColombiana 

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Itaquaquecetuba: Celebrando 466 anos de história, cultura e memória

Foto: Divulgação Pública envia por Nilza Amélia
Algumas curiosidades sobre Itaquaquecetuba, cidade da região metropolitana de São Paulo: 

Origem do nome

O nome vem do tupi e significa "lugar abundante de taquaras-faca", um tipo de taquara cujos ramos cortantes eram usados para fazer facas e navalhas, em referência a um grande taquaral que existia às margens do rio Tietê. A palavra é formada pela junção de taquara (ta'kwar), faca (kysé) e lugar abundante (tyba/tuba).

 Fundação histórica

A cidade foi fundada em 8 de setembro de 1560 pelo padre José de Anchieta, sendo antes uma aldeia indígena. O município nasceu a partir de uma das 12 aldeias fundadas pelo jesuíta.

Trópico de Capricórnio

Uma curiosidade geográfica marcante: por seu território passa a linha imaginária do Trópico de Capricórnio.

Emancipação política

Antigo distrito de Mogi das Cruzes, Itaquaquecetuba foi emancipada em 1953, tornando-se município independente.

Vocação industrial

Hoje é um polo industrial com cerca de 760 indústrias, e é conhecida por uma indústria diversificada e um setor de comércio forte, sendo o terceiro município mais populoso do Alto Tietê.

Ferrovia e desenvolvimento

A presença da Estrada de Ferro Central do Brasil foi um dos fatores que ajudaram no desenvolvimento e crescimento do município.

Apelido carinhoso

A cidade é carinhosamente chamada de "Itaquá" pelos moradores.

Com muita honra eu  Zenaide, académica na Academia de Letras a ALI, ocupando a Cadeira 30, tendo como Patronesse a grande escritora Hilda Hilst. 

🕊️🌿Parabenizo Itaquaquecetuba (1560–2026) por seus 466 anos, você segue escrevendo sua própria história através das letras, da arte e das vozes que representam nossa gente, nosso Brasil. 💛💚

💬 E você, já conhecia a Academia de Letras de Itaquaquecetuba?

👉 Marque aquele amigo(a) que ama história, literatura e cultura!

❤️ Deixe seu comentário parabenizando a cidade. 

🔄 Compartilhe para valorizar quem transforma palavras em legado.

Confira: https://vt.tiktok.com/ZSq5FK7ve/

#AcademiaDeLetrasdeItaquaquecetuba 

#Itaquaquecetuba466Anos 

#CulturaEIdentidade

 #LiteraturaBrasileira 

#JornalistaZenaide

Zenaide dos Santos S. Aguilar: Promove Intercâmbio Literário entre Brasil e América Latina na Bienal 2026 no Espaço Leia Mais

Foto: Divulgação Pública enviada por Cilene Lima
A Bienal Internacional do Livro de São Paulo 2026 foi palco, no dia 07 de setembro, de um momento marcante para a literatura nacional e internacional. A escritora e jornalista Zenaide dos Santos S. Aguilar realizou sua sessão de autógrafos às 19h, com os livros Letras e Tramas da Editora Arpilhera, em um encontro caloroso com leitores, amigos e visitantes que prestigiaram sua trajetória literária e jornalística.

Em um marco de sua carreira internacional, Zenaide, que atua como Embaixadora Institucional Literária, representante no Brasil da Editorial Punto y Coma, da Colômbia, apresentou oficialmente alguns dos livros internacionais da editora, à CEO do Espaço Leia Mais, Cilene Lima, fortalecendo o intercâmbio literário entre Brasil e Colômbia e abrindo novas pontes para a literatura latino-americana.

Dentre os autores:

Óscar Uribe, autor de "Cazi Reflexiones".
Gustavo Pacheco Castro, autor de "Mundo de Rosas".
María Cristina Gavíría Castro, autora de "La Lengua Muy Larga y la Prudencia Muy Corta".
Olga Lucía Montoya Duque, autora de "Cicatrices Invisibles".
Camilo Pajoy, autor de "Escritos de un Soldado", En el Amor y La Soledad
Juan Camilo Pérez, autor de "Kilómetros Atrás, un Viaje por América"

Outro ponto alto do dia foi o encontro com representantes da AJEB (Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil), que também celebravam o lançamento de suas coletâneas literárias: Menina Mulher – Cheiro e Sabor do Pará, organizada por Izabel Gadelha e Isabel Cristina, e Rondônia em Poesia, com a participação de ajebianas de diversos estados. Na ocasião, Zenaide confraternizou com presidentes, coordenadoras e membras da instituição vindas de várias regiões do país.

Entre as presentes estavam:

  • Irislene Castelo Branco Morato — Presidente Nacional da AJEB
  • Isabel Cristina — Presidente da AJEB Rondônia
  • Izabel Gadelha — Presidente da AJEB Pará
  • Dalila Lubiana — Presidente da AJEB Espírito Santo, além de outras presidentes e representantes estaduais da associação.

O encontro simbolizou a força, a união e o protagonismo feminino na literatura e no jornalismo brasileiro.

A participação de Zenaide dos Santos S. Aguilar na Bienal 2026 reafirma seu compromisso com a difusão da leitura, a valorização da mulher escritora e a internacionalização da literatura brasileira.


Por Zenaide dos Santos S. Aguilar

Jornalista

Voz feminina baiana: Lísias Azevedo conquista Prêmio Nacional e ganha palco na Bienal de São Paulo

Foto: Divulgação Pública envia por Izabel Cristina
A escritora baiana Lísias Azevedo vai participar da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, ao lado de outras autoras baianas, levando sua produção literária a um dos maiores encontros do setor editorial do país.

Presidente da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil – Seccional Bahia (AJEB-BA), escritora e gestora cultural, Lísias vai apresentar sua obra durante o evento e viver um momento especial de sua trajetória: receber dois importantes reconhecimentos conquistados no I Concurso Literário da AJEB Nacional.

Para a escritora, o momento representa mais uma conquista em sua caminhada literária — sobretudo pela oportunidade de apresentar sua obra, encontrar outras autoras e celebrar o reconhecimento de textos que carregam sua identidade e sua história.

Entre livros, palavras e reconhecimentos, Lísias Azevedo segue levando a literatura baiana para novos espaços e fortalecendo a presença das mulheres da Bahia no cenário literário nacional.

Fonte: Izabel Cristina jornalista

Por Zenaide dos Santos S. Aguilar

Jornalista Colunista

Eloizo Durães: uma trajetória entre o empreendedorismo, a literatura e a transformação social

Foto: Divulgação Pública enviada por Izabel Cristina jornalista
A trajetória de Eloizo Gomes Afonso Durães é marcada pelo encontro entre visão empreendedora, sensibilidade humana e compromisso com a transformação social. Sua história começou no mundo dos negócios, especialmente no setor de alimentação, onde construiu operações sólidas, pautadas por qualidade, eficiência e expansão estratégica. Com trabalho, planejamento e perseverança, conquistou posição de destaque em um dos segmentos mais relevantes da economia brasileira.

Mas sua trajetória ultrapassa os limites do universo corporativo. Desde o início dos anos 2000, Durães passou a dedicar parte de seus esforços à criação de oportunidades para pessoas em situação de vulnerabilidade. Em 2003, já com uma de suas empresas consolidada, deu início a um projeto de inclusão digital voltado a crianças e adolescentes, oferecendo cursos básicos de informática. A iniciativa nasceu da percepção de necessidades concretas da comunidade e revelou, desde cedo, que o conhecimento poderia ser uma poderosa ferramenta de transformação.

Com o crescimento do projeto e o aumento da demanda, Eloizo formalizou a criação da Fundação Gentil Afonso Durães. A entidade sem fins lucrativos ampliou o alcance das ações e passou a atuar em diferentes frentes, educação, reforço escolar, inclusão digital, atividades culturais, assistência alimentar e apoio à saúde. Ao perceber que muitos dos jovens atendidos ainda não eram alfabetizados, ele adaptou os programas para incluir também a educação básica, demonstrando sensibilidade para compreender a realidade das comunidades e ajustar suas iniciativas às necessidades reais de quem buscava ajudar.

Ao longo dos anos, os projetos sociais se expandiram para diferentes regiões do país, alcançando estados como Maranhão, Paraíba e Pernambuco, expansão que revela não apenas a dimensão do trabalho, mas a convicção de que ações organizadas e contínuas são capazes de gerar impactos duradouros. Para Durães, desenvolvimento empresarial e responsabilidade social nunca estiveram em lados opostos: pelo contrário, o sucesso deveria ser instrumento para promover dignidade, conhecimento e novas perspectivas de vida.

Paralelamente à atuação empresarial e social, Eloizo também construiu uma trajetória sólida na literatura. Em seus livros, explora temas como sentimentos, fé, liberdade, identidade, esperança, trabalho e experiências humanas. Obras como Poesias Incompletas, Poesias da América, Histórias e Poesias, Caminhos, Poesias e Liberdade, No Amor e na Alma, Embaixo do Sol, Eu Sou João Pires, Na Fé do Caminho e Café, Suor e Lágrimas, Um Sonho Quase Perfeito revelam seu interesse em registrar reflexões e compartilhar aprendizados de vida. Participou ainda como coautor da obra O Poder de uma História, reafirmando sua ligação com a cultura e com a força transformadora da narrativa.

A vida de Eloizo Gomes Afonso Durães mostra como diferentes dimensões podem se complementar: começou no empreendedorismo, conquistou reconhecimento no meio empresarial e, ao longo do caminho, ampliou sua atuação para a educação, a assistência social e a literatura. Sua trajetória representa a busca por um sucesso que não se mede apenas em resultados financeiros, mas nas oportunidades criadas, nas vidas transformadas e no legado deixado para a sociedade.

Eloizo Durães durante o lançamento de sua obra "Eu Quero Ser Patrão", ao lado de jovens atendidos pela Fundação Gentil Durães, em Recife (PE).

Foto: Divulgação Pública enviada por Izabel Cristina jornalista
Fonte: Izabel Cristina, jornalista

Por Zenaide dos Santos S. Aguilar

Jornalista Colunista

Jardim Presidente Dutra recebe Deputada Leci Brandão em Roda de Conversa com moradores

Foto: Divulgação Pública por Zenaide dos Santos S. Aguilar jornalista
Encontro realizado na casa de Edimilson e Sebastiana, no Jardim Andorinhas, reuniu lideranças, famílias e jovens para debater a representatividade das mulheres negras na política.

A comunidade do Jardim Presidente Dutra, em Guarulhos, recebeu no sábado, 29 de agosto, a deputada estadual Leci Brandão para uma roda de conversa com moradores da região. O encontro, realizado na residência de Edmilson e Sebastiana, na Rua Andorra, 59, no Jardim Andorinhas, reuniu famílias, jovens, lideranças comunitárias e convidados de outros bairros em uma tarde marcada por diálogo, cultura e acolhimento.

Mediada pela professora e ativista Sinhá Carvalho, reconhecida como importante liderança local, a conversa teve como tema central a presença e os desafios das mulheres negras nos espaços de poder. Durante o encontro, Leci Brandão destacou a importância da representatividade política e da participação popular na construção de políticas públicas mais próximas da realidade das periferias.

A deputada ressaltou que a ocupação de cargos políticos por mulheres negras ultrapassa a dimensão individual. Segundo ela, quando uma mulher negra chega a um espaço de poder, leva consigo as vivências da periferia, as demandas do povo e a força coletiva de quem contribuiu com sua caminhada.

A programação também contou com apresentações do Grupo Comuniarte, formado por jovens artistas da região. As performances emocionaram o público e foram acompanhadas com entusiasmo pela deputada, que destacou a potência, o talento e a criatividade da juventude periférica.

Além de Sinhá Carvalho, estiveram presentes lideranças comunitárias como Sandra Amorim, Duílio Fernandes e Lee, que reforçaram a importância da mobilização popular e da união entre moradores, organizações locais e representantes do poder público.

O ambiente de confraternização foi completado por um lanche coletivo, com caldos, bolos, sucos e refrigerantes oferecidos aos participantes. Mais do que uma agenda política, a atividade se consolidou como um momento de convivência, escuta e fortalecimento dos vínculos comunitários.

A mensagem que marcou o encontro foi de união e compromisso coletivo: “Juntas, somos mais fortes”. Para os moradores, a roda de conversa reafirmou que a proximidade entre representantes políticos e a população é fundamental para que leis, projetos e políticas públicas produzam efeitos concretos na vida das pessoas.

Deputada Estadual por quatro mandatos e uma das principais vozes da cultura popular e da luta antirracista na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), Leci Brandão encerrou a atividade agradecendo o acolhimento da comunidade e reforçando a alegria de estar ao lado de lideranças e moradores que atuam diariamente pela transformação de seus territórios.

O encontro terminou com sentimento de reconhecimento e esperança, além da expectativa de que novas rodas de conversa possam ampliar o diálogo entre a população do Presidente Dutra e seus representantes políticos.

Por Zenaide dos Santos S. Aguilar

Yá Andreia Ty Yemonjá promoveu Homenagem a Leci Brandão em Francisco Morato

Foto: Divulgação Pública
Um café da tarde histórico idealizado por Ya Andreia de Yemonjá reuniu lideranças religiosas, empresários e a sociedade civil em Francisco Morato para celebrar a trajetória da artista e parlamentar. Quando a sabedoria ancestral, a expressão artística e a política institucional se sentam à mesma mesa, a transformação social ganha força e propósito. Foi exatamente esse o clima que marcou o encontro realizado no Instituto Ecoar, em Francisco Morato (SP): uma tarde inesquecível de homenagem à cantora e deputada estadual Leci Brandão.

Ya Andreia de Yemonjá, é Diretora fundadora do Instituto Ecoar, o café da tarde inovou o formato tradicional de celebração. O evento transformou-se em um mosaico vivo da diversidade paulista, reunindo em um só espaço lideranças religiosas de matrizes africanas (Yalorixás, Babalorixás e Ogãs), médicos, educadores, empresários e representantes comunitários vindos de diversas regiões do estado. "A proposta foi aproximar quem formula as políticas públicas de quem vivencia, no dia a dia do território, as reais necessidades em saúde, educação, cultura e direitos civis."

Arte e Memória: A Força da Madeira

Foto: Divulgação Pública
O ponto alto do encontro foi marcado pela entrega de uma obra singular: uma escultura em madeira esculpida especialmente para a ocasião pelo artista plástico e escultor Dário Najamerlinn. A peça simboliza o respeito e a gratidão a Leci Brandão, reconhecida por seus quatro mandatos consecutivos na Assembleia Legislativa de São Paulo e por sua voz incansável na defesa da classe trabalhadora, dos terreiros e das comunidades tradicionais.

Diálogo Horizontal e Construção Coletiva

Mais do que homenagear, o evento consolidou o Instituto Ecoar como um polo articulador e centro de escuta ativa. Através da convergência do saber sagrado, técnico e comunitário, o encontro reforçou a importância do diálogo permanente entre os terreiros, o setor produtivo e o poder público,  sempre colocando o trabalhador e as demandas dos territórios no centro das decisões.

Por Zenaide dos Santos S. Aguilar

Jornalista Colunista

Luciene Weiland: Viva Arouche: A Casa Respira História, Arte e Resistência

Foto: Divulgação Pública enviada por Izabel Cristina jornalista
No dia 22 de agosto, fui convidada pelo repórter e fotógrafo Roberto Esteves, sócio do Casarão Multicultural Espaço VivaArouche, na Rua do Arouche, 126, na República, em São Paulo, para fazer um registro fotográfico para compor sua exposição Mãos Negras é o Café, mostra esta, que celebra o legado ancestral de quem, historicamente, cultivou o café no Brasil. Foi ali, entre imagens que contam essa história por meio das mãos que a fizeram, que conheci Luciene Weiland, historiadora, cantora lírica e sócia de Roberto no Casarão. Ele mesmo fez questão de nos apresentar e pediu que ela me contasse sua trajetória. O que se seguiu foi uma conversa que, terminada a entrevista, se estendeu para um almoço: naquele dia, a casa havia preparado um cardápio especial para amigos vindos de São Paulo e de outros estados do Brasil. Fiquei. Era impossível não ficar, aquele lugar transmite vida em forma de arte. Esta é a história que ouvi!

De Campina Grande à Alemanha, e de volta ao Brasil

Luciene Weiland nasceu em Campina Grande, na Paraíba, onde cresceu entre as danças populares que marcam o Nordeste, o coco, a ciranda, manifestações fortes também em Pernambuco e Alagoas. "Essa força eu levo para a vida toda. Não consigo me sentir representada em um espaço sem coletividade. É preciso repartir conhecimento e experiências", disse. Formou-se aos 22 anos e logo deixou a Paraíba rumo a São Paulo, construindo sua trajetória com o apoio de muita gente pelo caminho. Historiadora de formação, viveu ainda na Alemanha, onde se casou e teve três filhas. Uma delas, ela perdeu tragicamente aos 25 anos, há três anos. É uma dor que Luciene carrega com serenidade e que, segundo conta, a aproximou ainda mais do valor do acolhimento: "Percebi a importância desse acolhimento após perder minha filha. O apoio dos amigos me fortaleceu muito."

Do casamento na Alemanha, hoje desfeito mas transformado em amizade duradoura, Luciene trouxe também um aprendizado estético que marcaria o resto de sua vida: o gosto pelo design, sobretudo pelo movimento Bauhaus. "Tenho duas cadeiras originais da Bauhaus e outras peças que fui reunindo ao longo da vida. Meu ex-marido, alemão, tinha grande apreço pelo design, e aprendi muito com ele", conta. De volta ao Brasil, Luciene encontrou o espaço que daria forma a tudo isso: um casarão histórico no centro de São Paulo.

Um casarão, uma paixão à primeira vista

"Quando vi o casarão, me apaixonei. Como historiadora, percebi o potencial do espaço", relembra Luciene. O imóvel já havia sido restaurado pelos herdeiros com a intenção de se tornar um coletivo de artistas e designers, nos moldes do que ela conhecera em Berlim, mas o projeto original não vingou. Foi Luciene quem assumiu o espaço, primeiro ocupando o andar térreo, onde antes funcionava um estúdio conduzido por cinco mulheres. Hoje, ocupa também o andar superior. Desde então, o casarão vem sendo palco de uma programação cultural intensa: lançamentos de livros, palestras, exposições. O Coletivo Preto já celebrou ali seu aniversário de nove anos; mais recentemente, o espaço recebeu uma mostra de esculturas de orixás em grande escala. Assim nasceu o Espaço VivaArouche, nome que veio quase por acaso, como um convite à própria vida. "Pensamos em um nome e dissemos: 'Vamos de VivaArouche!'. É a ideia de dar vida às coisas. Aqui tudo é colorido, bonito, harmonioso", explica.

O casarão e sua memória: Proveniente da Síria à Armênia

A construção é de 1905, anterior, inclusive, ao Teatro Municipal, referência arquitetônica mais antiga da região, inaugurado em 1911. A família que originalmente habitou a casa era síria, e ali permaneceu até 1977, quando o imóvel foi adquirido pelos atuais proprietários, herdeiros armênios, para quem cuidar da casa se tornou uma verdadeira paixão de família. Em frente ao casarão há outra casa, também bonita, mas sem tombamento, hoje ocupada por um partido político. Ao longo dos anos, o imóvel vizinho passou por diferentes formas de uso e ficou fechado por um bom tempo, até que dois irmãos, Fábio e seu irmão, assumiram o desejo, antes do pai, de reformá-lo. A obra, com investimento superior a um milhão de reais, seguiu uma visão europeia: galerias e grades de proteção, essenciais porque nada ali pode ser furado, cuidado indispensável, por exemplo, para preservar a arte de Roberto Esteves exposta no local. Até a instalação de uma pia no café exigiu tempo e cautela redobrados.

Ao final da reforma, artistas como Dias e Shine pediram para expor seus trabalhos na casa. Na entrada, uma escada com iluminação especial valoriza hoje todo esse processo criativo. Já dentro do piso original de peroba rosa do VivaArouche, muito deteriorado com o tempo, Luciene fez questão de cuidar pessoalmente da restauração: pesquisou orçamentos, foi até a Rua Florêncio de Abreu comprar máquina  de polimento e lixas adequadas e, com a ajuda de um amigo, realizou boa parte do trabalho manual, que mantém com carinho até hoje.

O café como memória e resistência

Foto: Divulgação Pública
No térreo do casarão, Luciene se uniu ao Repórter fotográfico, barista e produtor de café Roberto Esteves para transformar o ambiente em um café cultural. Mais do que servir a bebida, o espaço propõe uma reflexão sobre a presença negra na produção cafeeira e na arte, o mote da exposição que me levou até lá. "As pessoas entram e se deparam com o barista, que é produtor e artista. Ele criou uma exposição exatamente sobre o café e sua relação com mãos negras", contou Luciene. Para ela, cada peça exposta ali carrega uma trajetória, e é justamente essa ideia de representação coletiva que resume o espírito do VivaArouche. "As pessoas perderam identidade, principalmente com a tecnologia e as redes sociais. Aqui, qualquer um pode se sentir representado enquanto sujeito histórico", afirma.

Uma casa sem apoio governamental, por escolha

Apesar de sua relevância cultural, o VivaArouche segue há três anos sem qualquer apoio do poder público. Uma decisão deliberada, segundo Luciene: "Primeiro quis organizar a casa e mostrar resultados. É preciso ter responsabilidade intelectual ao buscar apoio cultural. Quando se utiliza verba pública, alguém está pagando por isso. Não pode ser qualquer coisa." Hoje, com o espaço consolidado, ela começa a atrair clientes e parcerias, sem abrir mão da visão crítica que sempre guiou o projeto.

Uma vida minimalista, um acervo generoso

Curiosamente, quem visita a casa particular de Luciene encontra pouquíssimos objetos: cama, geladeira, roupas. Todo o acervo histórico e artístico que ela reuniu ao longo da vida foi transferido para o espaço cultural, onde pode ser valorizado e compartilhado. "Sou gateira, tenho 20 gatos. Naturalmente, precisei adaptar minha vida e preservar o acervo aqui", brincou.

Uma equipe, uma família escolhida: O VivaArouche é sustentado por uma rede de colaboradores que Luciene descreve com carinho:

Nadia, gerente da casa, descendente de empreendedores e de uma família de costureiras, com quem Luciene se conectou através do projeto África Friends, do reverendo Djalma Rose. Hoje, Nadia comanda a curadoria da casa ao lado de outros curadores por vertente — música popular, exposições, entre outras. Xondara, mulher indígena de Manaus, com passagem por Belém, formada em pedagogia por meio dos projetos de incentivo à educação do governo Lula. Na cozinha, ela resgata uma ancestralidade profunda, transformando pratos tradicionais com ingredientes como inhame e amendoim, Roberto Esteves, sócio, repórter fotográfico, idealizador e curador da exposição Mãos Negras é o Café, Hussein Said Chahrour, escritor, diretor, cronista e roteirista. Curador do Casarão. Na cozinha, Xondara Munduruku ensina sobre as raízes dos alimentos, comparando o uso do amendoim e do grão-de-bico em civilizações antigas. No VivaArouche, a alimentação é tratada como elo com a ancestralidade: carnes de qualidade, queijos selecionados, nada de industrializados ou açúcares refinados,  um cuidado que Luciene diz carregar desde a infância na Paraíba, onde testemunhou o impacto dos agrotóxicos na vida e no meio ambiente.

Para Luciene, a casa também é sua família

Foto: Divulgação Pública
"Para mim, esta casa é o meu grande aporte", diz Luciene. Tendo perdido os pais e sem familiares em São Paulo, foi no VivaArouche que ela encontrou o que descreve como sua verdadeira família — não pelos laços de sangue, mas pelo acolhimento, pelo olhar, pela presença. "Esta casa pertence a todos nós. É um espaço de resistência, arte, memória e acolhimento para quem quiser somar forças à nossa luta",  resume.

O almoço que não estava nos planos

Terminada a entrevista, Roberto e Luciene me convidaram para almoçar: naquele dia, a casa havia preparado um cardápio especial para receber amigos de São Paulo e de outros estados do Brasil. Aceitei sem hesitar. Entre os pratos de Xondara, o café, a bebida cajuína, a exposição de Roberto e as histórias de Luciene, entendi na prática o que ela quis dizer sobre coletividade e representação.

À mesa, uma reunião de trajetórias vindas de diferentes cantos do país: 

Isabel Cristina, jornalista e presidente da AJEB Porto Velho, Rondônia, Ionei Oliveira, jornalista, CEO da Cooperativa Café Beija-Flor, na Chapada Diamantina, Bahia, Dr. Esdras Couto, médico, escritor e palestrante, Luciene Weiland, cantora lírica e CEO do Casarão Multicultural VivaArouche, Prof. Bernardo Jazen, CEO do Instituto Desenvolver, Zenaide dos Santos S. Aguilar, jornalista, autora, pedagoga social e arte-terapeuta em biojoias, Sônia Miquelin, idealizadora do Prêmio Internacional F.A.L.A.I, da A.C.I.MA no Brasil, Lu Braga, jornalista, José Eduardo, da OBME São Paulo, Yara Regina Franco e esposo. Foi diante dessa mesa plural, diante dos quadros  em exposição Entidades em Turquesa do artista plástico Vick Manvc, do café Beija flor, coado na hora, que o VivaArouche mostrou, na prática, o que Luciene chama de espaço de representação coletiva: jornalistas, médicos, produtores, expositores, educadores e artistas, de Rondônia à Bahia, reunidos em torno da mesma mesa no centro de São Paulo. O VivaArouche não é só um casarão restaurado, ele é, como ela mesma define, uma casa que resiste ao tempo e ao individualismo, e que segue de portas abertas para quem quiser somar forças à sua luta.

Por Zenaide dos Santos S. Aguilar Jornalista Colunista

Exposição “MÃOS NEGRAS É O CAFÉ” Celebra a Herança Afro Atlântica na Cultura do Café

Foto: Divulgação Pública enviada por Roberto Esteves
São Paulo recebe no próximo dia 22 de agosto, no Espaço Viva Arouche a participação da Jornalista e Autora, Zenaide dos Santos S. Aguilar na exposição fotográfica “MÃOS NEGRAS E O CAFÉ,  Descendentes de uma viagem Afro Atlântica”, projeto do renomado repórter fotográfico Roberto Esteves (Mtb028471/99).  

A mostra documental, composta inicialmente por 60 fotografias em molduras 30x40, retrata pessoas negras e sua relação com o café, a bebida mais consumida do mundo, como símbolo de resistência, identidade e legado cultural. A segunda fase da exposição acrescenta 40 imagens que destacam o universo religioso do Candomblé, com suas vestimentas e rituais, reforçando a conexão espiritual e histórica com o grão.  

O projeto tem como eixo a antropologia visual, utilizando a fotografia como documento incontestável para valorizar a contribuição dos africanos e seus descendentes na produção e cultura do café. A expressão “Descendentes de uma viagem Afro Atlântica” remete à rota transatlântica marcada pela escravidão, mas também pela resiliência e resistência dos povos africanos.  

Roberto Esteves, com carreira iniciada em 1977, acumula passagens por grandes jornais e revistas nacionais e internacionais, além de trabalhos em campanhas políticas e humanitárias junto a entidades como a AMB (Associação dos Magistrados do Brasil), Apamagis (Associação Paulista dos Magistrados), OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e a Cruz Vermelha Brasileira.  

A exposição é uma iniciativa de extrema relevância cultural e social, que busca dar visibilidade e reconhecimento à presença negra na história do café, transformando o grão em elo de memória e identidade.  

 Local: Espaço Viva Arouche – R. do Arouche, 126, República, São Paulo – SP  

Data: 22 de agosto  

Contato: 11989658320  

Instagram: @papocafeefotografia

Por Zenaide dos Santos S. Aguilar

Câmara de Itaquaquecetuba Aprova Moção e reconhece ALI como Patrimônio Imaterial da Cidade

Foto: Divulgação Pública enviada por Nilza Amélia
A Câmara Municipal de Itaquaquecetuba aprovou, na sessão do dia 18 de agosto de 2026, uma Moção de Aplausos e Congratulações em homenagem à Academia de Letras de Itaquaquecetuba (ALI) e à Feira Literária de Escritores Independentes (FLIEI), em celebração ao Dia do Escritor. A proposta foi apresentada pelo vereador Professor Francisco José Ferreira.

Com a aprovação, a entidades passa a ser reconhecida como patrimônio imaterial do município. A ALI reúne mais de 80 escritores, poetas, cronistas e professores, enquanto a FLIEI congrega mais de 150 representantes ligados à literatura independente. Ao defender a moção, o vereador destacou o papel dos autores locais na preservação da cultura, da educação e da memória da cidade.

A sessão, que contou com a presença de 17 vereadores, também tratou de outras pautas. A vereadora Leandra do Paiol discursou sobre a campanha de vacinação antirrábica no município, e o vereador Luiz Coutinho defendeu a instituição do Dia do Obreiro, a ser celebrado anualmente em todo terceiro domingo do mês julho.

Com a homenagem, o Legislativo municipal reforça o reconhecimento de Itaquaquecetuba como polo de produção literária na região.


Por Zenaide dos Santos S. Aguilar

Julho das Pretas — O Ecoar Para Além do Calendário: Vozes Poderosas que Transformaram Francisco Morato

 

Foto: Divulgação Pública enviada por Ya Andeia D' Yemonjá
Francisco Morato viveu, no último mês de julho, um marco histórico de celebração e resistência. O Instituto Ecoar Ile Axé Iya Ogun Boalê promoveu o evento Julho das Pretas, reunindo lideranças, profissionais e a comunidade em um dia de acolhimento, cultura e afirmação da ancestralidade. Mais que uma data, a iniciativa deixou sementes que seguem germinando no cotidiano da cidade.

A roda de conversa contou com nomes de peso: Iya Andreia D' Yemonjá, liderança espiritual e presidente do Instituto e da mesa; a ilustre presença das  advogadas Marcella Rocha de Moraes, Jessica Rodriguez e Fábio Nascimento; da enfermeira Ana Paula Rocha; da assistente social Iaralene da Silva Galisi; da empresária Valéria Estevam; da jornalista Zenaide dos Santos Sarria Aguilar, que também atua como assessora de imprensa institucional do Instituto Ecoar; além da presença marcante da Cabo PM Débora Maria Gonçalves e de Rosângela Hilário. O encontro ainda recebeu o apoiador André Alexandre, Presidente da ACDA, ex-presidente estadual da Unegro de Osasco, reforçando a dimensão política e social da pauta, Dr. Paulo Matias Santos, Advogado, previdenciário, Prof.ª Dra. Rosângela Hilário, Membra do Comitê Executivo da RBMC, Coordenadora da CCD/ CDESS. 

Entre reflexões sobre força feminina, sabedoria ancestral e os desafios contemporâneos das mulheres negras, o evento se transformou em espaço de partilha e construção coletiva. A programação incluiu almoço comunitário, samba de terreiro, brinquedos infláveis para as crianças e apresentações de capoeira, símbolos da união entre gerações e da valorização da cultura afro-brasileira.

Mais do que celebrar o mês de julho, o Julho das Pretas o Ecoar reafirmou que a luta e a presença das mulheres negras não se encerram com o calendário. Elas seguem inspirando políticas públicas, fortalecendo redes de apoio e ampliando o debate sobre igualdade racial e de gênero. Como destacou a jornalista Zenaide dos Santos S. Aguilar, “cada palavra dita naquele encontro é um chamado para que a sociedade reconheça e valorize a potência das mulheres pretas e homens em todos os espaços”.

Julho das Pretas é iniciativa criada em 2013 pelo Odara, Instituto da Mulher Negra em homenagem ao 25 de julho, Dia Internacional das Mulheres Negras, Afros, Latino-americanas e Caribenhas, como também para dar visibilidade à agenda política das mulheres negras. O Instituto Ecoar Ile Axé Ogun Boalé,  organizou uma série de eventos pertinentes ao tema. “Meio Ambiente, onde tudo se conecta”.

Assim foi o Julho das Pretas em Francisco Morato 

- Celebração ancestral: "O Julho das Pretas mostrou que nossa ancestralidade é força viva. 

- Força feminina: "Cada mulher presente ecoou resistência e sabedoria.

- Cultura afro-brasileira: "Capoeira, samba de terreiro e roda de conversa.

- Políticas públicas: "O evento reforçou que a luta segue além do calendário. 

- Legado vivo: "Cada palavra dita foi semente de transformação. 

O Instituto Ecoar, organizador da iniciativa, reforça que este é apenas o início de uma jornada contínua de mobilização e transformação. O legado do evento permanece vivo, ecoando em cada voz que se levantou e em cada gesto de parceria e resistência que se multiplicará nos próximos meses.

Marketing Digital: Maíra Joana Santos 

Áudio/Vídeo/Imagem 

Daniele Cardoso Santos e

Paulo Henrique Macedo Gomes

JulhoDasPretas #FranciscoMoratoResiste #InstitutoEcoar #MulheresNegrasTransformam 

#AncestralidadeViva

Por Zenaide dos Santos S. Aguilar 

Jornalista

Subasta de Arte por Colombia: O poder transformador da Arte em Prol da Solidariedade

Foto: Divulgação Pública enviada por Diana Sanches
A iniciativa “Subasta de Arte por Colombia” é organizada pela Bienal Internacional de Artes BIARCO V, pela Plataforma Punto de Encuentro, reunindo esforços para apoiar as comunidades colombianas afetadas pelo terremoto.  

O leilão reafirma que a arte pode unir e transformar, contando com a participação de artistas de diferentes vertentes que oferecem obras como gestos de esperança e reconstrução.  

Detalhes 

Data: 22 de agosto de 2026 – 18h  

Local: 2520 NW 7 Street, Miami – 33125  

Formato: Presencial e online  

Finalidade: 100% do valor arrecadado será destinado às comunidades afetadas  

“Cada obra subastada é um ato de solidariedade, cada aporte uma nova oportunidade.”  

A ação já conta com o apoio de 25 organizações culturais e empresariais, entre elas: WhiteArt, Comhber, Ibra Art Waves, Target, Punto de Encuentro, Galería J. Cepeda, Sembra, Museo de Arte y Cultura Colombia, Vurka Art, Solution Art, entre outras.  

Informações adicionais  

Para mais detalhes:  telefone: [2133103166]

Por Zenaide dos Santos S. Aguilar

Jornalista

Câmara de Itaquaquecetuba Homenageará os Autores da ALI e da FLIEI com Moção de Aplausos

Foto: Divulgação Pública enviada por Michele Doneda
O reconhecimento celebra o Dia do Escritor e destaca a contribuição da literatura para a cultura, a educação no Alto Tietê, e Brasil.

A Câmara Municipal de Itaquaquecetuba prestará uma homenagem especial à Academia de Letras de Itaquaquecetuba (ALI), à sua presidente, Inez de Souza Martins de Oliveira, à Michele Vieira Ribeiro Doneda a idealizadora da Feira Literária de Escritores Independentes (FLIEI),  e aos escritores da cidade e da região.

A iniciativa foi apresentada pelo vereador Francisco José Ferreira, do PSD, por meio de uma Moção de Aplausos e Congratulações alusiva ao Dia do Escritor, que é celebrado em 25 de julho. A homenagem será consignada em Ata dos Trabalhos do Legislativo, após apreciação do Plenário, reconhecendo o trabalho desenvolvido pelos escritores, acadêmicos e autores independentes em favor da cultura, da educação e da preservação da memória de Itaquaquecetuba.

Composta por mais de 80 escritores, cronistas, poetas, historiadores e professores, a ALI tem atuação voltada ao incentivo à leitura, à realização de lançamentos de livros, saraus, palestras, concursos literários, oficinas e atividades em escolas e bibliotecas municipais. A entidade também contribui para o registro da história local e para a valorização dos talentos literários da cidade.

A Moção destaca ainda a importância da FLIEI, que reúne mais de 150 representantes e se tornou referência na valorização da literatura independente no Alto Tietê e no Estado de São Paulo. Fundada em 2023 pela escritora Michele Doneda, dentro de uma sala de aula, a feira desenvolve oficinas, palestras e mentorias em escolas municipais e estaduais, incentivando estudantes a produzirem poesias, contos e cordéis. A FLIEI une os escritores independentes com eventos mensais, impulsionando sua visibilidade, também contribui para colocar Itaquaquecetuba no mapa literário paulista, criando “pontes de conhecimento e inspiração” entre autores, estudantes e a comunidade.

A FLIEI agradece à Academia de Letras de Itaquaquecetuba pela inclusão de seus autores nesta importante ação de reconhecimento e premiação, promovida em parceria com a Câmara Municipal de Itaquaquecetuba, por meio do vereador Francisco José Ferreira.

A homenagem representa o fortalecimento da literatura local e reafirma a importância de valorizar quem escreve, pesquisa, ensina e mantém viva a história da cidade por meio da palavra. Para os escritores homenageados, a iniciativa simboliza o reconhecimento público de uma trajetória construída com dedicação, criatividade e compromisso com a formação cultural das novas gerações.

 Escritores homenageados

Além de Inez de Souza Martins de Oliveira e Michele Vieira Ribeiro Doneda, a Moção de Aplausos será extensiva aos seguintes acadêmicos da ALI e escritores independentes da FLIEI:

- Sandra Regina dos Santos.

- Roberto Santos.

- Mylena Conceição Deodato da Silva.

- Nilza Amélia de Souza, Madrinha da Academia ALI

- Icelida Alves Pereira.

- Mariana Ferreira Onofre.

- Claudio Di Iório.

- José Roberto Tersi.

- Dilaberg Matos de Oliveira Quintero.

- Daniela David Carvalho.

- Lourdes Antônia Vicente.

- Maria de Lourdes Terumy Suzuki Nishimura.

- Márcia Aparecida Araújo Costa.

- Claudia Cristina Mário dos Santos.

- Felipe Jordi Gomes.

- Josilene Sodó Santos Luciano.

- Letícia Feitosa Dellalibera.

- Solange Rodrigues Borges.

- Marta Helena Kobayashi do Carmo.

- Selyara Belo e Cruz.

- Anderson Marchiori dos Santos Silva.

- Maria Cristoilma Almeida Rego.

- Marilda Arminda Vischi Soares.

- Francisco F. P. de Souza.

- Maria Cristina Almeida Rego.

- Michel Pinto da Costa.

- Rubens Junior da Silva.

- Marco Antônio Ferreira da Silva.

- Vagner Aparecido Marques.

- Elizeth Márcia de Godoy Alvares.

- Penélope Jolie.

- Zenaide dos Santos Sarria Aguilar.

- Lorena Varela.

- Michele Alves Feitosa de Oliveira.

- Sandra Jesus Nascimento da Silva.

- Aline Marques Dias.

- Daniele Chagas Alvarenga.

- Everton Aparecido Peres Timóteo.

- Jean Narciso Bispo Moura.

- Luka Magalhães.

- Luciano Domingos Laudelino.

- Lidiane Majolo Weiler de Melo Souza.

- Carolina Lourenço.

- Pedro Luís da Silva Alves.

- Gabriel dos Santos Frade.

- Allan Aparecido Mota Santos.

- Henrique Melo Nunes.

- Luiz Fabiano Pereira.

- Carlos Barros da Silva.

- Alessandra Marques Dias.

- Silvia de Toledo Silva.

- Cindy Araújo.

- Lourdes Ramalho.

- Kleber da Silva Conceição.

- Sirley José Mendes da Silva.

- Deise do Vale.

- Tiago Moreira dos Santos.

- Maria Marta da Silva.

- Dermeval de Souza Pereira.

- Cleyton Mendes.

- Marcos Martins.

- Adriana Simone.

- Wellington Budim.

- Regina Fujiko Tagava.

- Thiago Valeriano Braga.

- Angelina Augusto.

- Claudia Paixão.

- Rafael Zimichut.

- José Antônio Lopes da Silva.

- Márcio José Zacarias.

- Manoel Moreira Júnior.

- Rogério Gonçalves de Jesus.

- Diane de Camillis.

- Jefferson Vianna.

- Silmara Lopes Piris.

- Pedro Monteiro de Carvalho.

- Enisvaldo Ramos.

- Vanessa Leite.

A Moção está datada, documentada desde 25 de julho de 2026, no Plenário Vereador Maurício Alves Braz, assinada pelo vereador Francisco José Ferreira. 

Por Zenaide dos Santos S. Aguilar 

Jornalista

Coalizão Negra por Direitos Lança "Quilombo nos Parlamentos", Apresentando Candidatos Intelectuais Negros para Eleição de 2026

Foto: Divulgação Pública
No dia, 29 de julho de 2026, a Coalizão Negra por Direitos realizou, no Clube Holmes, na Avenida Paulista, o lançamento da edição 2026 do projeto Quilombo nos Parlamentos, iniciativa criada em 2022 para fortalecer candidaturas negras e ampliar a representação da população negra nos espaços de poder.

O evento contou com ampla cobertura jornalística, incluindo minha participação, Zenaide dos Santos Sarria Aguilar, ao lado de Luiz Soares, assessor de imprensa do Instituto Peregum, e do repórter da Jovem Pan News João Vitor Revedilho.

Entre os parlamentares e lideranças presentes estiveram: Fernando Haddad, Deputada Benedita da Silva, Deputada Leci Brandão, Deputada Erika Hilton, Deputado Renato Freitas, Ministra Macaé Evaristo, além das pré-candidaturas de Ana Elisa (MG), Jones Manoel (PE) e Áurea Carolina (MG). Também marcaram presença nomes de referência como Sueli Carneiro, Luiza Barros, Anielle Franco e Cida Bento, Vereador Hamilton Assis Bahia.

O articulador Douglas Belchior, fundador da Uneafro Brasil, Instituto Peregum e da própria Coalizão Negra por Direitos, destacou o orgulho pelo marco histórico que reuniu vozes potentes e o público da sociedade civil comprometidos com a política brasileira.

Durante a programação, que começou às 16h com uma edição pocket da Feira Preta, seguida da abertura oficial às 17h, foram discutidos os desafios da sub-representação negra na política institucional, estratégias de enfrentamento às fraudes em autodeclarações raciais e o fortalecimento da fiscalização das cotas eleitorais de raça e gênero.

Fortalecimento de candidaturas negras

Cotas eleitorais de raça e gênero

Coalizão Negra por Direitos

Douglas Belchior

Feira Preta

Durante o encontro, tive a honra de entregar à Ministra Marina Silva o esboço do meu futuro livro Biojoias Arte Terapia, reforçando a conexão entre literatura, arte e ativismo. Aquele abraço na Margareth Rose Coordenadora do Instituto Peregum em Brasilia e no Assessor Parlamentar Jorge Luiz de Oliveira, carinhosamente chamado de Jorginho Saracura.

#QuilomboNosParlamentos #CoalizãoNegraPorDireitos #RepresentaçãoNegra #JustiçaRacial #CotasEleitorais

Galaria de Fotos

Foto: Divulgação Pública


Por Zenaide dos Santos S. Aguilar

Jornalista

Abraços, poesia e ancestralidade: 3ª Foto Histórica do Flores de Baobá ocupou a Escadaria do Bixiga

Foto: Divulgação Pública enviada por Samira Calais, Jornalista
Dia 18 de julho, a Escadaria do Bixiga transformou-se no epicentro da literatura afro-brasileira. O ponto turístico paulistano recebeu a terceira edição do encontro "Escritoras Negras Existem - Foto Histórica", ação bienal promovida pelo Coletivo de Escritoras Negras Flores de Baobá em celebração ao Mês da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha.

O evento foi marcado pelo tom ancestral e pela diversidade, reunindo escritoras de diversos territórios, gerações e trajetórias. O reencontro, aguardado a cada dois anos, começou com abraços demorados, teve sarau e performances. Das 11h às 14h, as autoras ocuparam o espaço público para reafirmar a força e a presença da literatura produzida por mulheres negras no panorama cultural brasileiro.

O ponto alto da ação ocorreu às 12:30, quando as participantes se reuniram nos degraus da escadaria para o registro oficial da foto histórica, tradição iniciada em 2022. Logo em seguida, o público acompanhou um sarau aberto repleto de leituras de poesias, contos, crônicas e apresentações artísticas.

Movimento de Resistência e Visibilidade, a iniciativa consolida um movimento contínuo de ocupação e memória. Na edição de julho de 2024, o projeto reuniu mais de 70 autoras da capital, do interior paulista e de outras regiões do país, reafirmando a Escadaria do Bixiga como local simbólico da luta e da história da comunidade negra em São Paulo.

Pela sua relevância cultural e social, o encontro já foi destaque em veículos de imprensa como o Jornal Gazeta da Semana, Jornal do Belém, Jornal do Brás, Mônica Bergamo, Catraca Livre.

Esse ano, além da Revista Raça, saiu na Nós Mulheres da Periferia e Portal do Bixiga.  Em 2026, o Flores de Baobá reafirma seu compromisso com a difusão literária e a ocupação dos espaços públicos, posicionando a voz de autoras negras como parte essencial do repertório cultural do país.

Sobre o Coletivo Flores de Baobá

Idealizado em dezembro de 2018 durante o lançamento dos Cadernos Negros 41, o Coletivo de Escritoras Negras Flores de Baobá é composto por sete autoras de diferentes gerações: Benedita Lopes, Catita, Claudia Walleska, Esmeralda Ribeiro, Joice Aziza, Mari Vieira e Samira Calais. O coletivo atua ativamente na promoção, publicação e divulgação da produção literária de mulheres negras no Brasil.

Informações sobre o Evento

Evento: Escritoras Negras Existem - Foto Histórica (3ª edição)

Data do evento: Sábado passado, 18 de julho de 2026

Horário: Das 11h às 14h

Local: Escadaria do Bixiga, São Paulo/SP

Entrada: Gratuita

Hashtag oficial: #EscritorasNegrasExistem

📚 Escritoras Negras na Escadaria do Bixiga (18/07/2026)

  1. Alexandra Cipriano

  2. Aline Oliveira

  3. Ana Lúcia Soares

  4. Ana Paula Marcelina

  5. Andrea P. Rodrigues

  6. Annayla

  7. Anne R Carneiro

  8. Beatriz Cruz

  9. Beatriz Lima

  10. Beatriz Lima (duplicado)

  11. Benedita Lopes

  12. Bia Araujo

  13. Catita

  14. Celia Cipriano

  15. Claudia Walleska

  16. Déa Henrique

  17. Elizabete Santos (Lolo)

  18. Erika Teodósio do Nascimento

  19. Esmeralda Ribeiro

  20. Evy Ashansu

  21. Fernanda Luiza

  22. Giovanna da Silva

  23. Giuliana Extraordinária

  24. Glau Dantas

  25. Helena Pontes dos Santos

  26. Joize Aziza

  27. Joveci Fernandez

  28. Jovis Nora

  29. Juliana Machado

  30. Julien Caroline Paixão

  31. Lenny Blue

  32. Letícia Silva

  33. Lina Veloso

  34. Lívia Lima

  35. Livia Lira Alves

  36. Lolô

  37. Lucia Makena

  38. Luciana Araujo

  39. Luciana Bento

  40. Luiza Owhoka

  41. Mafuane Oliveira

  42. Márcia Regina Adão Alberti

  43. Mari Vieira

  44. María Adriana Ladislau da Silva

  45. Maria Aline Soares

  46. Mariana Vilela de Queiroz

  47. Marisa Marísia Reis

  48. Maura A Calheiros

  49. Mayara Brandão Salgueiro

  50. Mônica Sena

  51. Neiva Rodrigues

  52. Professora Márcia Regina

  53. Raquel Cardoso Silva

  54. Rebeca Aletheia

  55. Regina Ramos

  56. Renata Lima da Costa

  57. Roberta Paz

  58. Rosemeire Oliveira Vaz

  59. Samira Calais

  60. Sandra Maria dos Santos

  61. Sandra Monção

  62. Sandra Regina Alves

  63. Sandra Santos

  64. Shirley Candido Claudino

  65. Sol Santos

  66. Solange Santana

  67. Tati Nasci

  68. Valdirene Ferreira

  69. Vanessas

  70. Vera Campos

  71. Vera Dittrich

  72. Vivi Annibal Müller

  73. Viviane Motta

  74. Waldete Tristão

  75. Zenaide dos Santos Sarria Aguilar

Contato

Instagram: [@floresdebaobaescritoras]

E-mail: floresbaoba21@gmail.com

Telefone: (11) 97432-5709

Por Zenaide dos Santos S. Aguilar

Jornalista

Zenaide dos Santos S. Aguilar: Brasil presente em aliança cultural literária internacional: CIESART e Academia Farsala anunciam coleção enciclopédica

Foto Divulgação Pública envia por Dr. Yannis Fikas
Atenas, Grécia, Espanha, Brasil : A Organização CIESART, com sede na Espanha, e a Academia Farsala, sediada em Atenas, anunciaram a formação de uma aliança institucional, cultural literária de alcance global. O Brasil marca presença nesse projeto por meio da escritora mineira Zenaide dos Santos S. Aguilar moradora da cidade de Guarulhos São Paulo, ela está como Conselheira e Correspondente da Academy Farsala, e integra a iniciativa como representante da literatura brasileira.

O acordo prevê a criação de uma coleção enciclopédica de quatro volumes, dedicada a valorizar o legado histórico, filosófico, literário e cultural da Grécia. O primeiro, intitulado “Ecos de Homero”, homenageia o poeta considerado pai da literatura ocidental e símbolo eterno da civilização helênica.

 Destaques

Participação brasileira: a presença de Zenaide dos Santos consolida o projeto e reforça o papel do Brasil no cenário literário internacional.

Coleção enciclopédica: quatro volumes, com estreia em Ecos de Homero.

Apresentação oficial: agendada para o final de outubro, em Atenas, em formato híbrido (presencial e digital).

Premiação internacional: autores participantes terão reconhecimento em cerimônia presencial ou telemática.

 Assinam o acordo

Yannis Fikas, presidente da Academia Farsala e organizador de Ecos de Homero.

Lily Baylón, presidenta suprema da Organização CIESART.

A participação da autora brasileira Zenaide embasa o protagonismo nacional dentro de uma iniciativa cultural de impacto internacional, atuando como ponte entre a cultura, literatura brasileira e o diálogo global.

Instagram

@yannisfikas

@zenaide.s.s.aguilar

Por Zenaide dos Santos S. Aguilar

Jornalista

Eliz Godoy Escritora, Poetisa, Advogada e Celebrante na Bienal Internacional di Livro de 2026

Foto: Divulgação Pública enviada por Eliz Godoy. Espaço Mágico de Oz Eliz esteve na Bienal Internacional do Livro, no Espaço Mágico de Oz, n...