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| Foto: Divulgação enviada pelo Dr. Yannis Fikas |
Veronese, em pinturas como As Bodas de Caná, retratou o amor como celebração coletiva e divina, enquanto Botticelli, em Primavera, deu forma à beleza eterna de Afrodite, conduzindo o olhar humano para o conhecimento superior. Bruno, por sua vez, ousou afirmar que o amor é um princípio universal que une todos os seres, uma força cósmica que transcende o humano e governa o infinito. Sua filosofia, radical para o século XVI, ainda ecoa como inspiração para pensadores e artistas contemporâneos.
Se o Renascimento nos ensinou que o amor é motor da criação, a literatura latino-americana atual nos mostra que a cultura é ponte de paz e diversidade. O escritor Yannis Fikas recebeu recentemente dois reconhecimentos internacionais: o Certificado de Participação no Recital Artístico “Latidos de Paz, Amor y Amistad”, realizado na França e Espanha, e a distinção da Academia de Literatura Latino-Americana, que destacou sua liderança e dedicação à promoção da literatura e da diversidade cultural. Esses prêmios reforçam o papel da palavra como instrumento de aproximação entre povos, valorizando o intercâmbio intelectual e a construção de um mundo mais plural.
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| Foto: Divulgação enviada pelo Dr. Yannis Fikas |
Reflexão final
Do amor renascentista que inspirou pintores e filósofos, ao ativismo cultural latino-americano que hoje promove paz e diversidade, há um fio invisível que une épocas e geografias: o poder da criação humana. A arte, seja em tela ou em verso, continua sendo o espaço onde o humano se reconhece, se transforma e se projeta para o futuro.
Nos doo New Arte Cultura, celebramos esse encontro de tempos e culturas — porque o sentimento, e a arte são amores eternos.
Por Zenaide dos Santos S. AguilarJornalista


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